Ceibal (Guatemala): plataforma artificial de 600 × 340 m e o conjunto cerimonial em Grupo E, iniciados por volta de 950 a.C. e ampliados na fase Escoba (700–350 a.C.)
c. 950 a.C. (primeiros aterros do Grupo E) a c. 175 d.C. (fim do Pré-Clássico em Ceibal, fase Xate); fase Escoba, 700–350 a.C., dentro da faixa · Mesoamérica
Em pesquisa: texto escrito a partir das fontes listadas abaixo, ainda sem revisão de especialista. Datas e interpretações podem mudar.
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Em Ceibal, nas terras baixas maias da Guatemala, os moradores começaram por volta de 950 a.C. a aterrar um conjunto cerimonial em Grupo E, base de uma plataforma artificial que o LiDAR mostrou ter 600 por 340 m e 6 a 15 m de altura. Na fase Escoba (700–350 a.C.), plazas, plataformas e casas com base de terra continuaram a crescer, e a plataforma recebeu mais de 200 mil m³ de aterro. Os autores do estudo de 2019 veem nisso um trabalho coletivo anterior a governantes de poder centralizado.
Início, c. 950 a.C.: o Grupo E
Segundo o artigo, os moradores começaram a usar cerâmica e a erguer estruturas duráveis no início da fase Real, por volta de 1000 a.C. A primeira versão do Grupo E (um montículo a oeste e uma plataforma alongada a leste, ladeando uma plaza) data de 950 a.C. e, para os autores, é o mais antigo conjunto cerimonial formal conhecido nas terras baixas maias. A construção começou raspando solo e leito rochoso; a estrutura oeste e a plaza foram depois alteadas com aterros ao menos duas vezes na fase Real 1 (1000–850 a.C.). Numerosos esconderijos de machados de pedra verde sugerem aos autores que o Grupo E foi o foco principal do ritual comunitário no Pré-Clássico Médio. (Inomata)
A fase Escoba (700–350 a.C.)
A fase Escoba cobre o intervalo que cai neste século. Nela surgem, perto do Grupo A, mais casas duráveis com base de terra, e os autores veem a prática de reconstruir residências no mesmo lugar por gerações ganhar força. A pequena Plaza Norte parece ter sido acrescentada nesse período. A tabela 2 estima 203.040 m³ de aterro na fase Escoba, cerca de 580 m³ por ano, contra 98.827 m³ na fase Real (329 m³ por ano). Perto do fim da fase, o Sepultamento CB104 continha lâminas de obsidiana, um núcleo, possível tinteiro de concha e ornamentos de concha, e os autores o julgam de pessoa de status alto. Eles avisam que as margens de erro dos volumes e das horas de trabalho são grandes e que as estimativas são exercícios heurísticos. (Inomata)
Fontes
- Inomata, Takeshi; Triadan, Daniela; Pinzón, Flory; Aoyama, Kazuo. Artificial plateau construction during the Preclassic period at the Maya site of Ceibal, Guatemala. PLOS ONE, 14(8), e0221943, 30/08/2019, doi:10.1371/journal.pone.0221943, texto completo em pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC6716660. Lido em 02/11/2026 o texto bruto (XML do Europe PMC); o material suplementar (S1 Text) e as publicações anteriores citadas sobre a cronologia não foram lidos. Acessar
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