Atlas da História

Hrotsvit de Gandersheim (nascida c. década de 930): canonisa, poeta e dramaturga em latim da abadia imperial de Gandersheim

Nascimento na década de 930, com ponto de interrogação (Epistolae, Universidade Columbia); o registro usa c. 935, o valor do Wikidata (P569). Local e dia de nascimento não são conhecidos nas fontes lidas. Ano astronômico igual ao ano comum · Europa Ocidental e do Norte

Em pesquisa: texto escrito a partir das fontes listadas abaixo, ainda sem revisão de especialista. Datas e interpretações podem mudar.

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Hrotsvit foi uma monja da abadia imperial de Gandersheim, na Saxônia, no século X, e escreveu em latim legendas de santos, dramas à maneira de Terêncio e dois poemas épicos. Quase tudo que se sabe dela vem das cartas dedicatórias e dos prefácios de suas obras. Seu texto mais antigo conservado foi achado por Conrad Celtis em 1494 e impresso em Nuremberg em 1501.

A abadia e a vida de Hrotsvit

Segundo o Epistolae, pouco se sabe de Hrotsvit além de seus escritos e de ter vivido e escrito na abadia de Gandersheim no século X; deve ter sido nobre para ser monja na abadia imperial e foi certamente educada, e o projeto dá o nascimento nos anos 930 com ponto de interrogação. Campos Vargas diz que Gandersheim, fundada em 852 pela dinastia Liudolfinga, na Baixa Saxônia, nos montes Harz, entre as dioceses de Hildesheim e Mogúncia, foi um dos centros de ensino e preservação da cultura sob a direção de mulheres de destaque. O que se conhece da vida dela foi extraído das cartas dedicatórias e dos prefácios, e a Gerberga II ela dedica uma carta. ("Hrotsvit; Campos Vargas 2019)

Obras e transmissão

Campos Vargas lista oito legendas (Maria, Ascensio, Gangolfus, Pelagius, Basilius, Theophilius, Dionysius, Agnes), seis dramas (Gallicanus, Dulcitius, Callimachus, Paphnutius, Abraham, Sapientia), um poema a São João e duas obras épicas, Gesta Oddonis e Primordia. O Epistolae acrescenta que os livros vêm precedidos de cartas, a abadessa Gerberga, a estudiosos que apoiavam o livro de peças, ao imperador Otão I, a Otão II e aos leitores. O texto mais antigo conservado está no Codex Emmeram-Munique (clm 14485), possivelmente produzido em Gandersheim; Conrad Celtis o achou em 1494 e a edição de Hieronymus Holtzel saiu em Nuremberg em 1501. Segundo o autor, os títulos hoje usados são abreviações da época de Celtis. ("Hrotsvit; Campos Vargas 2019)

Fontes

  1. "Hrotsvit, nun of Gandersheim". Epistolae: Medieval Women's Latin Letters, Columbia University Libraries e Center for Teaching and Learning. https://epistolae.ctl.columbia.edu/woman/7.html . Lido em texto bruto em 30/10/2026; sem autor nomeado na página. Acessar
  2. Campos Vargas, Henry (2019). "Hrotsvita de Gandersheim: Dulcitius, ejemplo de tradición hagiográfica y argumentativa". Káñina, Revista de Artes y Letras, Universidad de Costa Rica, XLIII (2), pp. 77–91. https://www.scielo.sa.cr/pdf/kan/v43n2/2215-2636-kan-43-02-77.pdf . PDF lido em texto bruto em 30/10/2026. Acessar

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