Aqua Appia: o primeiro aqueduto de Roma, trazido à cidade na censura de Ápio Cláudio
312 a.C. (Wikidata P571; Lívio o põe na censura de Ápio Cláudio e Caio Plaucio, marcada como 312 a.C. na edição) · Europa Mediterrânea
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Lívio conta que Ápio Cláudio, durante a censura, levou uma corrente de água para Roma. Segundo ele, o aqueduto trazia a água de um ponto entre sete e oito milhas fora da cidade, pela estrada de Gabii, e abastecia o Circo Máximo e outras partes baixas. O texto lido não descreve a técnica de captação nem de condução.
O que Lívio diz do aqueduto
No livro IX (cap. 29), Lívio escreve que Ápio, na censura, levou uma corrente de água para a cidade. O aqueduto trazia a água de um ponto entre sete e oito milhas fora de Roma, na estrada para Gabii, e abastecia o Circo Máximo e outras partes baixas da cidade. Lívio diz que as obras da estrada e do aqueduto foram feitas por Ápio sozinho, depois que o colega renunciou. (Lívio. Ab Urbe Condita)
O que o texto não diz
O trecho lido não informa como a água era captada, se o duto era subterrâneo ou elevado, quanto custou, quanto tempo levou, nem quem fez o trabalho. O nome "Aqua Appia" para o aqueduto não aparece na tradução inglesa lida, que fala em "uma corrente de água" levada à cidade. Por isso o registro se limita ao trajeto, ao destino da água e à atribuição a Ápio feita por Lívio, e deixa a técnica para um estudo de arqueologia ou para Frontino. (Lívio. Ab Urbe Condita)
Fontes
- Lívio. Ab Urbe Condita, livro IX, cap. 29 (censura de Ápio Cláudio e Caio Plaucio). Trad. inglesa da coleção Loeb (livros 1-10: B. O. Foster, F. G. Moore, E. T. Sage, A. C. Schlesinger). Perseus Digital Library (Tufts University), arquivo phi0914.phi001.perseus-eng1, consultado em 29/10/2026. https://raw.githubusercontent.com/PerseusDL/canonical-latinLit/master/data/phi0914/phi001/phi0914.phi001.perseus-eng1.xml Acessar
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